domingo, 29 de julho de 2007

Portishead - Roads

Obrigado Pêssega

O Manjar de Pêssegos

A quinta-feira estava a chegar ao fim e eu com uma vontade enorme de estar com a minha Pêssega. Desafiei-a para irmos jantar fora, só nos dois. Mas ela fez-me uma proposta. Ela ia-me fazer o jantar. Fiquei com algum receio, tinha a ideia que ela não sabia distinguir um tacho de uma panela, mas enganei-me redondamente…

Cheguei a casa dela à hora combinada. Abriu-me a porta e estava radiosa. De saia justa, onde se podia ver bem as curvas do seu rabo, uma camisa com um decote pronunciado onde se podiam ver algumas das curvas do peito que me da tanto desejo.

Tinha uma mesa com algumas velas e um vinho tinto para nos descontrair e saborear-mos. A comida que ela fez para nós estava óptima (ainda hoje estou admirado), o vinho era excelente, o ambiente deixou-nos com fogo no corpo. A sobremesa foram uns pêssegos descascados, não a companhia, foi mesmo a fruta. A companhia só se comeu a seguir…

Todo este ambiente deixou-nos loucos de beber o sumo um do outro e já não conseguimos sair da sala. O sofá da Pêssega revelou-se óptimo para nos comermos. Primeiro sentados, depois deitados… Ela a comer-me, eu a come-la… A língua e os lábios dela no meu corpo, tal e qual ela sabe que eu gosto… A minha língua a passar no corpo dela, até a ver com prazer. O sofá estava a ser muito bom mas queríamos outro sitio… O móvel dela com um espelho foi o sítio ideal. Estar a come-la e ver todo o seu corpo de Pêssega… Deixou-me louco…

Aquele calor criado pelos nossos corpos foi óptimo. Acho que os pêssegos amadureceram mais um pouco… Mas o nosso desejo é amadurecermos todos os dias um pouco mais. E acho que estamos no caminho certo. Não é Pêssega??!!

O teu Pêssego

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Breves

Ontem senti o meu Pêssego tal e qual como o queria sentir e tinha imaginado todo o dia.
Sentia falta das suas mãos …. E senti-as tão quentinhas junto da minha pele
Sentia falta do seu corpo…. Aquele calor junto do meu
Sentia falta dos seus beijos…. Tão bons que foram, beijos de Pêssego doce
Sentia falta dos carinhos…. E senti os seus braços em volta do meu corpo, as festinhas
Sentia falta de o cheirar…. Cheirinho do meu Pêssego
Sentia falta do seu olhar…. Taradinho
Sentia falta da minha fruta preferida e tive-a só para mim ….

Hoje de manhã foi difícil deixar de sentir tudo isto, ainda disse ao Pêssego para não ir mas… tinha mesmo de ser…

Surpresa do Pêssego hoje, matreiro ele, disse-me que iria sentir os 5 Sentidos.
Mas como a Pêssega também não lhe fica atrás SURPRESA …

Da Pêssega

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Cumplicidades Parte II


Como já disse em outro post as cumplicidades entre mim e o Pêssego são muitas e a cada dia acho que são mais, não apenas as chamadas “banalidades” de gostos em comum, porque esses posso garantir que realmente são muitos, mas sim cumplicidades em coisas que são realmente diferentes.
A companhia dos Pêssegos é cúmplice em muitas coisas, em coisas que gosta de comer e neste caso não falo apenas de Pêssegos porque está bom de ver que adora-mos mutuamente, mas sim a chamada comida de eleição aquele que poucos gostam mas que eu e o Pêssego temos um certo fascínio “pica mas é bom”.
Acho que a cada dia que passa nos vamos tornando mais cúmplices em coisas tão simples como conhecer muito bem como preparar uma refeição do agrado do outro, ás vezes dizemos – “coisas de Pêssegos” – e é bem verdade acho que muitas destas coisas só os Pêssegos têm o privilégio de ter. Perco-me quando estou com o Pêssego, no momento, pelo momento, pela mistura de sensações e emoções, acho que me perco pelo Pêssego.
Ontem foi dia de descanso para a Companhia, mas mesmo longe senti o meu Pêssego ali muito embora fisicamente não estivesse, mas o cheiro dele e o meu estava lá, senti falta do calor do corpo dele no meu, das suas mãos junto das minhas…senti

Senti tal como agora …
Da Pêssega

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Fonte de energia

Cada vez considero a vida mais engraçada. Digo isto porque sempre fui uma pessoa que durante toda a vida primei bastante pelos momentos de descanso.

Mas ate isso o convívio com a Pêssega veio alterar…

Desde que vim de estagio para maturação que o meu corpo me pede, incessantemente, descanso. Mas ainda não consegui descansar. O desejo de estar todos os momentos livres que tenho com a minha Pêssega ultrapassam o meu cansaço. Parece que estes 15 dias sem a sentir me deixaram ainda mais doido pelos “momentos de qualidade” com a Pêssega.

Quando estou com ela, penso: “amanhã vou descansar” mas basta sair de ao pé dela que já só penso no momento que vou estar com a Pêssega outra vez, quando a vou sentir, tocar, sentir o calor dos nossos corpos, conversar com ela, sentir o cheiro maravilhoso que só ela consegue ter. Só de pensar que vou ter com ela parece que o meu corpo ganha nova vida, esquece todo o cansaço e só pensa em degusta-la.

Não consigo explicar, mas, aguardo todos os minutos que possa estar com a Pêssega.

És a minha fonte de energia…

Pêssego

terça-feira, 24 de julho de 2007

O Regresso

Chegado o fim do meu estágio atribulado e após a minha Pêssega me ir aguçando o desejo carnal, como ela o sabe fazer tão bem, foi o momento do reencontro.

A Pêssega ia-me dizendo que estava a preparar uma surpresa, ia-me dizendo certas coisas e que desejo me dava…

Já pela noite dentro fui ao encontro do meu sumo preferido, mas para minha surpresa quando abri a porta vi uma tailandesa, quem sabe chinesa, vá uma oriental… Não lhe faltava nenhum pormenor, desde o típico vestido, justo a todo o corpo de diaba, o cabelo apanhado e olhos de oriental… Ao vê-la assim e após tanto tempo sem sentir o cheiro dela comecei a ficar louco, julgo que ela também o estivesse, digo isso pela maneira como nos começamos a beijar, a tocar, a sentir... Por pouco não nos comíamos logo ali e estragávamos o momento que ela tinha preparado. Mas não, ela levou-me para a sala e ai vi o que ela tinha andado a preparar…

Havia velas dispersas pela sala com música própria para o efeito, um colchão no meio da sala, bebida para nos irmos perdendo e um óleo de massagem…

Ela começou-me a despir e deitou-me no chão. Com as mãos de Pêssega foi passando o óleo pelo meu corpo sedento de desejo, e bem que ela passava… Começou a passar com as mão e com os pés dela por todo o meu corpo. Eu estava a adorar o momento mas já só pensava em come-la… O desejo era tanto… Ela virou-me e comecei a vê-la a massajar o meu corpo. Ver o corpo dela que já a tanto tempo não via soube-me bem… Ainda em cima de mim despiu-se e ficou linda, apenas com uma peça que cobria as partes que mais gosto do corpo dela, perfeito para deixar a imaginação funcionar. Nesse momento também lhe quis dar a provar um pouco da surpresa que me tinha preparado e comecei a massaja-la em todo o corpo que me da tanto prazer. Sentir a pele dela, o cheiro, o sabor, deixa-me louco….

Acho que ainda aguentamos muito sem nos começar-mos a comer. Saboreamos o momento o máximo que conseguimos, mas… Tocamos no botão e ai foi impossível parar. Começamo-nos a comer de todas as maneiras que gostamos. A aproveitar o tempo perdido. Aproveitamos todos os segundos daquela noite. Comemo-nos, voltamos a comer, dormimos um pouco e again, e mais uma vez. Bem nunca me tinha acontecido. Parecia que não nos saciávamos. Parecia que tínhamos fogo no nosso corpo.

Pêssega deixaste-me estafado de tanto prazer…

O Pêssego sedento de prazer

A média a não perder

Têm sido uns dias um bocadinho mais agitados do que o normal para a companhia dos Pêssegos, a vontade de degustar a fruta que há tanto tempo já apetecia, fez os Pêssegos ficarem completamente doidos por se devorar.
A média geral de consumo tem vindo a decair gradualmente, mas é garantidamente um valor muito elevado. A intensidade e gula com que fomos degustando cada pedaço de fruta de cada um de nós, fazia-nos desejar cada vez mais e mais, acho que os pêssegos nunca confeccionaram desta maneira, é uma vontade estranha como se cada momento fosse o ultimo e por isso é um desejo incontrolavél, voraz como só dois pêssegos são capazes de ter.
Tenho de confessar, a companhia anda agastada mas a confissão não termina aqui, agastada mas sempre com vontade de devorar mais. O calor do meu Pêssego, a pele dele o cheiro dele deixam-me cada dia a desejar esta gula que me torna viciada na fruta da companhia.

A Surpresa foi muito boa, mas como foi para o Pêssego conta ele não é verdade?



Da Pêssega